terça-feira, 25 de agosto de 2009

Descobrindo as belezas do mar...

E der repente acordei assim, diferente. Talvez essa realmente seja a palavra certa, acordei diferente, e um pouco mais pensativa a respeito da vida.

Lembrei de pessoas, de momentos, de coisas boas que me fizeram rir e ao mesmo tempo chorar de emoção, de coisas ruins que me fizeram chorar por dentro. De decepções, de coisas que talvez nem fosse bom lembrar, mas enfim lembrei... Lembrei de sonhos que ainda não realizei, da vida que não fui capaz de viver por causa de uma simples ou por causa de duas simples palavras: Medo e insegurança.

Medo de dormir acompanhada do escuro, Medo do bicho papão, medo de sair pelas ruas da cidade sozinha e não voltar mais... E quanto à insegurança ela nos faz ficar intactos num mesmo lugar às vezes por dias, meses e anos por medo de tentar algo novo.

E se não der tempo de amar? E se não der tempo de realizar os sonhos? E se não der tempo de abraçar? E se não der tempo de fazer um sorriso brilhar, de fazer um olhar falar? E se eu escolher o caminho errado?

Calma... Porque você não se pergunta: E se não der tempo de viver?

Independente do caminho certo ou errado... Viva, exista! Pois pra tudo tem um porque, pra tudo tem uma razão de ser... Nada é em vão. Pra tudo se tira uma lição. O caminho errado pode ser no final o mais certo basta saber viver e nem tanto saber escolher, apenas basta saber VIVER.

E somente por tudo isso, a vida nos faz ter um único medo: o de entrar no mar e se afogar, por isso que a gente perde muito tempo em função dessas duas palavras:

Medo e insegurança...

Só que como diz William Shakespeare nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, pelo simples medo de arriscar.

Por isso não tema o mar se não você nunca vai conseguir descobrir as belezas que existem nele.

Por Débora de Marco Machado

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